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O resultado da COP 21 passa a ser um marco para o planeta no aspecto de um mundo mais sustentável, ou ao menos, na tentativa de isto ser uma realidade. Como o tema é complexo, vale aprofundar a sustentabilidade nas relações comerciais e humanas, fazendo um paralelo com a construção no setor imobiliário e o momento do mercado no Brasil.

pilares da sustentabilidade

O conceito sustentável está totalmente ligado com todos os empreendimentos da BKO

Sustentabilidade Econômica

O primeiro pilar de sustentabilidade refere-se ao aspecto econômico. Neste quesito a sustentabilidade precisa existir em relações mais éticas e onde o ganha a ganha passe a existir de fato e não apenas como um jargão de aulas de negociação. Atente-se ao que acontece no mercado imobiliário neste momento. Diversos consumidores compraram apartamentos e escritórios na planta, as construtoras se endividaram e investiram para entrega-los, mas no momento da entrega com a desistência e devolução por parte do comprador, a maioria sem justificativa plausível, as empresas precisam devolver boa parte do recurso pago pelo consumidor. Está é uma relação economicamente sustentável? A falta de uma relação equilibrada não é recente, anteriormente diversas empresas lucraram mas entregaram pouco ao consumidor, agora é o consumidor que quer ganhar o máximo sem se preocupar se está de fato fazendo um negócio sustentável, afinal comprar um produto muito barato, de baixa qualidade ou de uma empresa que não estará saudável economicamente mais a frente, se transformará em perda e não em ganho. Neste aspecto, portanto, vale a reflexão de como fazer com que as relações comerciais sejam realmente sustentáveis a longo prazo, para empresas, consumidores, fornecedores, sociedade em geral incluindo o governo. As empresas devem entregar o melhor, o consumidor dar valor ao que de fato é bom e o governo cobrar impostos adequados e que sejam devolvidos em bons serviços para a sociedade. A política de relação comercial deve ser equilibrada e justa sem mudanças de regras no meio do caminho.

Sustentabilidade Social

Outro pilar de sustentabilidade é o social. Neste caso os desafios serão enormes também. Ao se analisar a política brasileira para a tentativa de solução do déficit habitacional, temos um exemplo do desafio a ser superado. Em um país com renda per capita baixa e desigualdade social como o nosso, cerca de 70% da necessidade de moradia precisa ser suprida pelo governo, seja em programas de subsidio total ou de programas como o Minha Casa Minha Vida. O que se observa atualmente é que a corrupção, e consequente falta de condições do governo em investir, tem afastado e dificultado a presença crescente da iniciativa privada no setor. Mais do que analisar programas de ajuda social, chamaria atenção neste aspecto para os próximos anos deste século, naquilo que permitiria de fato um avanço inigualável para um mundo mais sustentável entre as pessoas. Estamos falando de um relacionamento mais fraterno, mas equilibrado onde as relações comerciais e de interação sejam mais justas e que cada pessoa da sociedade entenda seu papel na melhoria do coletivo. O mundo parece pior a cada dia, mas isto não é verdade. As empresas nunca doaram tanto, grandes empresários bilionários fazem doações como jamais vistas, como se refletissem: “ de que adianta juntar tanto se as mazelas a minha volta me afetam cada vez mais”. Ou seja, a questão é como fazer com que a riqueza seja crescente e distribuída de forma justa sem perder a meritocracia, para que no mínimo todos tenham o adequado a sobrevivência, mas que os melhores possam usufruir sem culpa dos ganhos de seu esforço e competência.

Sustentabilidade Ambiental

O terceiro pilar é o ambiental aquele mais lembrado quando se fala em sustentabilidade, talvez por ser o que pode nos extinguir do Planeta, apesar de parte ser consequência dos desequilíbrios sociais e econômicos. Muito se fala de possíveis confrontos por falta de recursos como água, energia etc. Sem dúvida que isto é possível de acontecer. A construção civil tem grande impacto no aspecto ambiental. Precisamos rapidamente buscar métodos mais econômicos no tocante a gastos dos recursos naturais para executarmos residências, bem como para que as mesmas sejam mais econômicas no seu uso e manutenção. Mas para que isto seja economicamente viável, a sociedade e consumidores terão que mudar sua forma de pensar, dando valor ao longo prazo, em que não somente o ganho imediato seja considerado ao comprar um produto. Edifícios inteligentes no aspecto de construção racionalizada e na eficiência de consumo de água e energia deverão necessariamente ser realidade, somente desta forma a construção civil estará fazendo a sua parte.

Teremos quase um século inteiro para chegar em 2100, com uma velocidade de mudança bem maior que no século passado em diversos aspectos. O ser humano que pensava em deixar um mundo mais sustentável para seus netos, já pode pensar em si também, lembrando que a expectativa de vida hoje está ao redor de 80 anos e ainda vai aumentar nas próximas décadas. Assim, as decisões e atitudes de cada um e da sociedade como um todo poderão tornar o mundo mais sustentável, para nós mesmos e não apenas para as próximas gerações.

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