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Não é de hoje que o financiamento imobiliário integra uma das melhores opções para quem quer adquirir um imóvel no Brasil, seja ele na planta, novo ou mesmo mais antigo. Os detalhes desse tipo de financiamento, entretanto, podem ser um pouco confusos para quem pretende comprar um apartamento pela primeira vez. Pouca gente, inclusive, sabe que existe mais de um tipo de financiamento imobiliário à disposição dos brasileiros, ou mesmo qual seria a melhor modalidade para cada situação.
 
Para começar, o financiamento de imóvel é considerado aquele tipo de empréstimo que um banco ou outra instituição financeira concede para as pessoas que planejam comprar um imóvel à vista. Dessa forma, o valor para a aquisição é quitado na íntegra, enquanto a pessoa (ou as pessoas) passam a devolver o valor emprestado em parcelas mensais – invariavelmente, com uma taxa de juros já embutida no montante. O valor das prestações pode variar de acordo com o tipo de financiamento imobiliário que foi contratado, pelo próprio valor real do imóvel e, como já citado, pelos juros praticados pelo banco ou instituição – e é dividido em amortização (percentual da parcela correspondente à devolução do valor de empréstimo) e juros (a taxa cobrada em relação ao saldo devedor).

No país, existem três tipos de financiamento imobiliário disponíveis

Um dos modelos de financiamento de imóveis que estão ativos no Brasil é o Sistema Price que, no modelo original e aplicado em diversos países, conta com prestações fixas, juros decrescentes (a maior parte das parcelas serve para pagar os juros) e amortizações crescentes. Por aqui, entretanto, o modelo passou por adaptações para se adequar à realidade do país – por exemplo, as parcelas não são fixas, mas ajustáveis de acordo com a inflação. Trata-se de uma opção não muito vantajosa para quem a renda não passa por um reajuste na mesma proporção que a dívida.
 
Outra modalidade bem popular é o Sistema de Amortizações Constantes, apelidado de SAC. Como o nome já diz, o valor das amortizações não sofre mudanças, essas ficando ao cargo dos juros que são variáveis. Esse modelo faz com que as parcelas diminuam gradativamente, já que os juros são cobrados pelo saldo devido, que vai diminuindo conforme os pagamentos. O maior benefício desse tipo de financiamento é a segurança – já que as parcelas maiores são pagas no início, e não no fim.
 
O terceiro tipo de financiamento imobiliário, que mistura elementos do Price e também do SAC, é o Sistema de Amortização Crescente, também chamado de Sacre. Mas, apesar do nome, as prestações do empréstimo crescem somente até determinado ponto, para que possam diminuir mais para o fim dos pagamentos. O reajuste das parcelas se atrela à Taxa Referencial (chamada também de TR), e crescem ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, os juros diminuem e, mais para o final dos pagamentos, as prestações também diminuem de valor.

Possibilidade de amortização da dívida

Agora pense na seguinte situação: a pessoa que realizou o empréstimo consegue, de alguma forma, juntar uma quantia considerável para abater da dívida ou mesmo se ver livre dela. Quais seriam os passos a serem seguidos? E a resposta é bem simples: se o beneficiado pelo empréstimo conseguir disponibilizar algum montante de dinheiro e preferir adiantar a amortização de sua dívida com o banco ou instituição financeira, ele tem total direito (garantido por lei), apenas informando aos envolvidos. Ao optar por esse adiantamento nos pagamentos, o número de parcelas pode diminuir drasticamente para que o tempo para que o empréstimo seja quitado seja mais curto, ou então diminuir o valor das mesmas a fim de serem pagas no mesmo tempo previsto anteriormente na hora da contratação do empréstimo.
 

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