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O aluguel de curta temporada é uma tendência que a cada dia vem se tornando mais praticada por sua facilidade e rentabilidade. Muitos investidores estão buscando aplicar o seu dinheiro em investimentos mais competitivos e seguros; os imóveis permanecem no topo dos investimentos mais apropriados, além de gerar uma renda passiva, oferece segurança, aumento de patrimônio e liquidez. Mas será que vale a pena investir em um apartamento para aluguel de curta temporada?

Como surgiu o aluguel de curta temporada?

Tempos atrás, essa prática no Brasil era aplicada somente em regiões litorâneas com foco apenas no turismo, entretanto, devido a sazonalidade, não era algo tão lucrativo, além da concorrência que barateava o valor em muitas regiões.

Porém, essa cultura se expandiu e passou a ser praticada não só em regiões litorâneas ou no campo, como nos grandes centros; os motivos são os mais variados: viagens a trabalho, estudos, viagens pela empresa e até mesmo curtir os amigos e conhecer novas pessoas e culturas, fomentando este “novo” formato de aluguel de imóveis como um modelo de negócio lucrativo.

 

As vantagens de aluguel de curta temporada:

A vantagem principal para quem do aluguel de curta temporada é a ampla autonomia sobre a agenda de locação e o controle total em colocar o seu imóvel para locar quando bem entender. Essa liberdade praticamente inexiste quando os aluguéis seguem o modelo padrão de locação anual. Existe um pequeno risco (assim como todo negócio) que poderá ser a ociosidade de algumas datas, mas isso é muito difícil nas grandes cidades ou metrópoles, onde a procura é constante.

Um outro ponto (muito positivo) a ser levantado é que os custos para a manutenção da propriedade e os impostos podem ser pagos pelo que se recebe dos locatários. Além disso, em altas temporadas, como Natal, Ano-Novo e Carnaval, dá até para faturar mais alto, já que a procura por esses imóveis é muito maior, o que possibilita valorizar ainda mais o preço do aluguel por conta da competitividade.

Como gerenciar o aluguel de curta temporada?

Vale se atentar ao tipo de contrato que deverá existir entre ambas as partes (locatário e locador); o que distingue a locação para temporada das demais espécies de locação é o prazo de sua duração. Esse tipo de contrato não pode conter cláusula de vigência superior a 90 dias. Em suas cláusulas deve constar as datas de entrada e saída, quantidade de moradores, forma de pagamento, valor e eventuais multas por possíveis danos do imóvel e depredação dos bens, a quantidade de utensílios não deve ser descartada, bem como a limpeza na entrada e saída de cada morador para que ambos se sintam satisfeitos com o acordo.

Um imóvel bem localizado, com arquitetura e design atrativos tornam o lucro maior e mais otimizado, proporcionando experiências positivas para seus locatários e com isso o aumento de engajamento e visibilidade dentro das plataformas digitais (meio onde muitas pessoas preferem procurar um imóvel).

 

Conclusão

Como podemos ver, existem muito mais vantagens em investir em aluguéis de curta temporada, desde que você pense no bom atendimento, na higiene e no investimento do seu imóvel. Hoje, existem aplicativos muito interessantes a seu favor para que você tenha visibilidade e desperte o interesse como, tais como: Airbnb, Tripadvisor, Homestay, Temporada Livre, dentre outros…

Portanto, se você pretende entrar neste novo formato de rentabilidade, procure por consultores profissionais e gabaritados, colha opiniões de amigos que já tiveram este tipo de experiência e visite os aplicativos que falamos acima para você entender a dinâmica desse negócio tão promissor.

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